segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Anda tempo, corre depressa.

Suprir a ausência do que não se foi é algo impossível, brincar de pega-pega com o tempo é um perigo, correr atrás do que não compete a você controlar é burrice, é como tentar prender o vento em uma gaiola, é como ir embora sem abrir a porta.

Olho para o cadeado e lembro dos tempos em que me tranquei, mas foi bom, enfim me encontrei, ainda não realizei, mas com certeza viverei, por que o fogo que queima em mim é mais ávido que os ventos que tentam me apagar, me destruir, me derrotar.

Sou nordestino cabra da peste, baiano arretado, criado a base de pimenta e comida "pesada", se tiver de ser derrubado não será por um prato de comida estragado, posso ser apunhalado, como sou taxado de revoltado, mas nunca vou parar de empurrar a montanha, e enquanto houver faísca viva dentro de mim, correrei atrás do sonho e fim por que possa ser que não, mas a vida é assim.

R. Oliveira

Te conto o meu fim e você justifica seu meio.

Não aguento mais essa poluição sonora de silêncio a toda hora, essa guerra de orgulho como de quem vive sempre em cima do muro, de saber o que quer sem saber como é, e viver do sagrado, se alimentar do espírito, se contentar com o que não existe, apenas por gostar.

O inicio, o fim e o meio que se justificam exclusivamente quando o resultado é com êxito, do contrario o que vale é arriscar nunca ser perdoado, como um rouco gritando declarações sendo ouvido por milhões, sem ao menos entender suas emoções.

Algumas vezes de um nada por surgir um tudo, uma lenda que vive em cima do muro, pode finalmente decidir mudar o mundo ao poder de um sussurro, que ecoa na minha mente me dando instruções de como dividir o joio do trigo em meio a tantos "amigos".

Se encontre em meio ao caos que é você e me diga o que é que você vê...
Alguém que vive pouco como um rei ou muito como um zé !?
No paraíso você me diz se valeu a pena...
"Se matou e o paraíso não existe."

R. Oliveira

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

"Ôh pai, cadê o mpb que tava aqui !?"

Ser fã é uma das coisas mais tosca, infantil, idiota e linda que já vi, vivi, e presenciei na vida. Talvez porque é um sentimento de entrega sem esperar nada em troca.

Meus dedos engordurados, brilham sob uma luz que não aquece, contudo ilumina as minhas ideias. E os meus ideais que ficaram para trás, hoje os recupero sete vezes mais sagaz, cansei de olhar para trás esperando a paz que me traria a ausência do seu olhar.

Prevejo o passado, lembro do futuro, conseguimos, destruímos o muro, liquidamos o estoque, esgotamos nossa fonte, se é logo ali o horizonte é claro que eu vou mais além com alguém ou sem ninguém.

João de Barro agora eu realmente te entendo, compreendo a sua dor e o seu lamento, seu tormento, se o telefone toca não atendo, tipo Sid, que sem Nancy encontrou a solução num momento, viajarei ao infinito com você no pensamento e agora me consolo no fato de que "Nothing Else Matters"

R. Oliveira

A singularidade da minha 1ª pessoa no atual presente.

Minha fé é meu jogo de cintura, mas meu jogo de cintura está desnorteado, foi nocauteado, abduzido e atropelado, mas eu vivo melhor quando não estou preocupado em seguir qualquer caminho que me leve a um desconhecido planeta em que, ou paraíso ou nirvana eu me sinta tranquilo com um amor em uma cama.

Viveria a cada instante a paz viciante que brilha intensamente cada novo horizonte.
Ouvindo musicas, sentindo vibes, vivendo sem necessidades, degustando doses, andando em bares, respirando apenas inspirações e boas vibrações.
Sou solto, sou perdido, sou "lost", sou uma metamorfose ambulante, na vida sou sempre aspirante e firme como um elefante.

Não destrua a liberdade que guia minhas emoções, não sou cachorro de madame, sou um vira lata que controla a própria fome, saciando-se da forma mais elegante e leal, sempre visitando o teu quintal para mostrar ao tal que meu território, marcado ou não, pode sempre aparecer outro animal, mas acaba sempre voltando para a mão do seu verdadeiro dono, sendo o dito cujo cachorro ou humano.

R. Oliveira

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Love you, past.

Aprendi com a vida que nada marca mais uma lembrança do que uma cicatriz de uma ferida que há muito já sarou, porem permanece dolorida.
Não sou louco, sou apenas tarado por loucuras, sou muito fissurado em tudo aquilo que foge do comum, da rotina, da mesmice.
Sou como uma bomba relógio de sentimentos surpresas, nunca se sabe quando eu vou explodir e o sentimento que vai emanar em tamanha abundancia.
Sigo a trilha no meio da selva de pedra, meio sem destino, mas sempre querendo chegar em algum lugar, aqui ou lá, eu só quero parar, ver meu cachorro brincar, não me preocupar, esperar o que eu nem sei se um dia vai chegar.
Quero sentir o cheiro que sai da minha alma e saber que a podridão já não é fixa, e sim apenas maus momentos, tipo um balão que eu enxergo pequeno mas não tenho nem noção da sua imensidão.
Não se admire com as coisas fúteis, isso faz de você um alguém vivendo em um mundo sem ninguém.
Cada um com seu cada quem, vivendo sempre bem, sentido sempre a leveza de um descanso após o sexo em que os corpos dançaram uma musica sem alguém tipo de nexo.
Não se esqueça nunca que você é descartável como todos os outros seres humanos, então faça um bom papel, para ser reciclado e reaproveitado até por aqueles que já tiverem lhe usado. Sempre se sinta feliz por ser usado, afinal, aprendizado vem do passado.

R. Oliveira

Aquelas rapidinhas, gostosinhas...

Voltei, dessa vez foi pra ficar, não que aqui seja o meu lugar, eu apenas não gostei de ficar lá, sair da rotina é bom, mas nem sempre é algo que venha a ter lucro, falando nisso volto do mesmo jeito que fui, sem lucros ou prejuízos, em plena paz de espirito. 

Só sei que realmente só é bom quando faz mal, e Chico estava mais que certo, uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor, e um cigarro depois do almoço é muito bom pra digerir a vida melhor.

Agora eu já tô mais ligado, não nos pilantras e nos bagunceiros, mas também nos falsos e os loroteiros, sim, sou desordeiro, mas que se foda, pelo menos não tô por ai armando falcatrua, com a cabeça virada e a cara inchada...

 "A molecada corre e ninguém tá triste."

R. Oliveira

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

As idas e vindas do meu amor.

Sinto me ressaqueado sem nem ter sido alcoolizado, distúrbios da falta
Ando mais trêmulo, mais desconfiado, mais perturbado, somente eu sei a causa
E as rosas que não falam, somente exalam o teu perfume, calaram-se
E o cinismo que me afastou de tudo, agora derrama gotas a mais do meu cálice.

Se a vida é irônica, o amor é brincalhão, que adora agastar tudo ao seu redor
Apesar de rijo, é o material mais maleável já conhecido pelo ser humano
Quem não tem colírio usa óculos escuro, e quem não tem óculos escuro badala tudo
Sem mais domingos sombrios, sem mais madrugadas calorosas, apenas uma brisa gostosa

Afago nosso presente, com o olho no nosso futuro, deixe as alvitres
Não irei esboroar o que já fiz, vou apenas me manter tenaz no que sou
Eu, feito de impulsividade e hipérboles o que me deixa sempre mais próximo da falha
Mas também sou sangue e consciência o que me deixa sempre suscetível a arrependimentos

Segure a minha mão, feche os olhos e deixe a vida nos guiar, não é porque eu não confio em ninguém que você não deve confiar em mim, muito pelo ao contrario, dependemos da sua confiança em mim. E ao perceber que o amor está morrendo, não force a barra para salva-lo e nem empurre-o do penhasco nunca se sabe o que acontece com as idas e vindas do amor.

R. Oliveira

Carta para a Dona Morte.

Na cadência do tempo, paro um pouco de procrastinar para lhe falar o cara amiga Morte, com a maturidade e experiência de vida que vou adquirindo percebo o quão constante você é com o mundo, e por meio desta venho te fazer um apelo.
Noto a cada instante que passa que a sua companheira, Vida, vem me tirando partes importantes, o ultimo saque dela foi tão grande que me deixou apenas abaixo da metade do meu próprio ser, evitarei falar disso, para não dar, aos espaço ao sofrimento, sei que a Vida é fácil, nós que a complicamos.
Vou ao ponto que realmente interessa, vim te pedir minha amiga, que você não esqueça ou me abandone, não que você venha agora, o depois parece ser bom o tanto para mim quanto para você, mas por obséquio não demore e não me deixe para trás, não importa o quanto eu vacile com você, não esqueça de mim, não me abandone, mas também não se apaixone, nem se mantenha muito próxima, sei que vocês está "viva", então não precisa tá se mostrando presente sempre, no momento certo estarei a sua espera, peço apenas que não demore, odeio esperar...

P.S.: Se puder, peço que não leve o meu cachorro tão cedo também, o que restou de mim, vive em função dele basicamente.

R. Oliveira

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Me desintoxicando da vida.

Sem nem me avisar do tiro de largada vejo todos saírem na minha frente
Não reclamo muito, afinal a perspectiva se faz muito mais atraente
Trilho um caminho sem planejar qualquer rota, não sigo a frota, não mantenho minha ideia aposta
Sem mais cigarros, sem mais Whisky e a menina dos meus olhos, a minha pepita mais preciosa foi embora.

Não que fosse de serra pelada, mas que pelada fosse uma serra a ser admirada
Cadê a fumaça ? Cadê a cachaça ? Quem é esse cara ? Como assim uma "jaca" ?
Corto caminhos impertinentes como uma espada samurai, eu e eu oceano tudo que me atrai
O sol sai, a lua não se vai, o olho contrai, mais um dia que cai, sigo vivendo mais.

Se os opostos se atraem, os idênticos se repelem, né !? Apenas tenho dó dos que não bebem,
A tez da razão é quando atingem e dividem seus desejos e seus instintos que já não digerem
Descobri que a agonia e o amor são como irmão que moram no mesmo lar no qual chamaremos metaforicamente de coração
Desertos que atravessei, e esquinas que cruzei jamais serão em vão, já que entendi que tudo é um aprendizado nesse imenso mundão.

R. Oliveira

Tão pouco que chega a ser infinito.

Poucas coisas na vida são tão complicadas quanto o dilema da invisibilidade,
muitas são as oportunidades da vida de se recuperar perante a fragilidade,
a doença que me consome silenciosamente que nem o nome eu sei,
desconhecida por mim, quanto as leis cientificas pelos religiosos, divaguei.

Castigo maior passo a cada instante que vivo esquecendo minha própria revolução,
vivia no purgatório, agora vivo no inferno e o agravante é que essa estrada só tem uma mão,
gostaria mais que muito de poder voltar a sorrir, porque a vida nem sempre é feito filme,
menos é mais, isso é a regra que tem sua exceção, nunca mais céu noturno, lua e esteira de vime.

Hoje eu só quero sentir o que eu vivo, independente do que seja indefinido,
e o conde de monte cristo, fugindo, correndo, vivendo num mundo tão comprido,
a menina dos meus olhos já se transformou em mulher, ainda que não seja minha,
tão salgado quanto o ácido de borato, que já não limpa nenhuma das feridas dessa vidinha.

R. Oliveira

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O passado, o presente e o agora.

Nem sei por onde eu começo, porque eu sinceramente não sei qual/onde é o começo, talvez o começo seja lá no começo mesmo na minha indecisão, ou talvez seja no meio, ou seja, no começo de quando eu comecei a perder o controle, e por falar em perdas, olha quantas perdas, e se engana quem diz que a alegria de um ganho equivale a dor de uma perda, sinto como se nem milhões ganhos valessem tudo que eu perdi, e agora eu tô do avesso eu percebo que mesmo sendo esse o lado que eu vesti por toda a minha vida, não é o lado que eu pertenço.

Sinto-me esvaído e esgotado como se sentem os soldados, aqueles soldados que abandonam suas vidas para correr o risco de vida por milhões de pessoas que se quer sabem da sua existência.

E o meu choro que mesmo calado e enrustido dói tanto quanto o escandaloso e exibido, 
e dói, dói mais do que o tiro do bandido ou o que a perda de um grande amigo,
dói tanto que cada lagrima leva consigo o que há de bom comigo.

Quero me distanciar de tudo que me remete a dor, mas devo ser masoquista porque tudo que me dói é o que mais desejo, enfadonha essa vida de arrependimento, mas o que posso fazer se sou suscetível a erros como outro qualquer, quero o meu acalanto nos braços de quem me faz bem, né nisso que o amor é baseado ?

"Home, home again, I like to be here when I can."

R. Oliveira

O louco e a sua amiga sensatez.

E que o cenário da nossa loucura seja a trama mal criada e uma atriz conceituada,
A comedia que de divina não tem nem o nome leva consigo o desonesto furor,
E na imaginação de um louco flutua sobre uma poça d'água chamada de oceano,
Um navio repleto de velas que nem água nem o vento apaga.

A manha que é branca e limpa mesmo que a chuva suje as ruas que passei e não te encontrei,
E a noite que mais me inspira seja a tal bela dama que dita hora se fez dia diante do meu despertar, 
Não temo a morte, estou sempre a lhe observar, temo a vida e o seu obscuro caminhar,
Vejo que o clímax está chegando continuo procurando sinto a calma que invade a minha alma anunciando, a sua chegada e agora eu já sei.

O que sou, oque fui, oque era, absorva a quimera transforme-se em Cinderela,
Um esquina que seja reta como o meu pensamento, que é vasto até o firmamento,
[uma vitamina de ideias que forma...]
E o pássaro que há muito acompanhou o barco de tão livre se tornou dependente e apegado,
E o radinho de pilha não toca mais a nossa canção, calou-se para ouvir o som do meu violão.

R. Oliveira

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Meu amor temperado com loucuras e teimosia.

Se a pureza do limão é a de maior lisura de todas por ser inegável e imutável, creio que o meu amor incondicional pelo o que é irracional chega a ser irreal, mas quem vai explicar tal desatino ? Quem vai me convencer a amar aquilo que é racional e me trai, ao contrario do irracional que mesmo sem pensar sempre me coloca em primeiro lugar ?

Meu lorde eu sou humano, apenas um saco de pele repleto de sangue, carne, ossos e ideias, não sou imenso como o mar, tampouco infinito como o céu, sou ínfimo, sou destonado, sou duvidas, tal qual "como quero/vou viver minha vida?" , "porque amar um time de futebol que mal sabe da minha existência, um cachorro que me ama e me odeia com a mesma intensidade e um cantor que morreu antes mesmo do meu nascimento ?"

Contudo, senão tenho alguma inspiração toco meu violão, até chegar numa outra dimensão que não exista nada além de eu, a musica e uma cerveja gelada.

Peço perdão ao mestre Bezerra, mas esse aqui eu vou apertar e vou acender agora.

R. Oliveira

domingo, 6 de julho de 2014

Minha indiferença com a ironia da distancia.

De que é feita a distancia senão de quase que completamente por ironia ?
Mas quem é que nunca se agastou com uma distancia tenaz, ínfima, que fosse ? Daquelas em que dois corpos praticamente ocupam o mesmo lugar no espaço, obstante que a distancia mental entre eles é tão grande e austera que se eles se mantiverem a galaxias de distancia não faria a menor diferença.

Creio que não sou "Deus", contudo sou algo no minimo parecido com alguma divindade, já que não consigo ser indiferente, não tenho a capacidade de apenas ver e não me importar, porem sou o camisa 7 do time dos que se importam sem demonstrar, sou tão bom que já ganhei o troféu de melhor do mundo na minha categoria.

Gostaria de ser como a fumaça desse cigarro que não sabe o que é a ironia da distancia, já que ela anda de mãos dadas com o vento e pode ir para qualquer lugar a qualquer hora sempre, sem deixar de ser um tanto quanto divina, pois é indiferente a qualquer pessoa ou ambiente e o que ali se faz presente.

Perdoem a minha digressão, minha vida inteira me instruíram que fumar é errado, refletindo sobre isso, lá se vai mais um cigarro.

R. Oliveira

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Café com duas colheres de ironia.

Meu café com duas colheres de ironia, eu observando toda natureza vadia
Inflamando todo o meu interior, meu cérebro se entrega sem nenhum pudor
Aturdido, nunca indeciso, um sonho ínfimo de vislumbre futurísticos com fulgor
Mais um gole, olhos vidrados quase sem vida, a mente mais que ativa do que tardia.

Ironias que eu não percebo ou o café que sempre bebo, meu futuro eu não vejo
Anjos ou santos, capetas ou demônios, tal qual a ironia e a mentira e sua irmandade
O meu panegirico referente ao preto e forte, não o escravo, sem desazo é de tudo verdade
Minha candura que de tão pequena chega a ser um escarnio e o amanhã eu desejo.

Eu que apesar de todo o julgamento humano, não sou tartufo, e todo aquilo que você esfriou
Armado de lápis, papel e violão não deixo de ser patusca nem nessa ocasião
Temericamente planejo o que sei que nem lembrarei, queria ser Napoleão
Cabeça coçando, coração acelerando, mãos suando, preciso ir agora, noto que o café acabou.

R. Oliveira

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Poema.

Eu hoje tive um pesadelo
E levantei atento, a tempo 
Eu acordei com medo
E procurei no escuro 
Alguém com seu carinho
E lembrei de um tempo

Porque o passado me traz uma lembrança 
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro 
Desculpa pra um abraço ou um consolo 

Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via um infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim (que não tem fim)

De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho 
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás

Agenor de Miranda Araújo Neto

Minha nova era.

Reiniciando o sistema, leve como uma pena
eu que tanto esperei alguém vir me curar, e quem veio mal soube me acalentar.

Abdiquei de todo o meu sistema de defesa, o que para nós foi uma surpresa
te pedi para ficar, do nosso amor eu iria cuidar, você foi pra Paris, e eu tenazmente aceitei o fim.

Volto a minha austeridade com a certeza de que não sou um covarde, 
não considerarei a aleivosia que ao meu ver nada consta pra você,
de prostrado e atônito , levantei e me tornei um novo homem,
com o pensamento novo e ao mesmo tempo atrasado.

E o tempo perdido tenho que correr atras até recupera-lo não como um velocista ou um maratonista, e sim como um louco que descobriu o que quer da vida

R. Oliveira

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Os efeitos de dormir e não acordar.

Acordei e preferia não te-lo feito
sinto que ocorreu uma matança no meu corpo
a alegria fugiu de novo
o bom senso ficou louco
o otimismo foi o primeiro a ser morto
o amor foi fazer um passeio em roma
a esperança que nunca morre entrou em coma
minha barriga foi dilacerada, sinto ela borbulhar como se toda comida amalgamada dentro do meu estomago fosse destonar
percebo que definho cada vez mais e ninguém percebe o quanto eu já não tenho mais paz, que no meio da chacina foi a vitima mais desprevenida
o coração foi dilacerado, quiça, o maior culpado por ter amado atrasado
nosso relacionamento deveria ter sido mais logrado, me sinto ingenuo e pueril por não ter aproveitado
o estro que chega, é o reflexo do sentimento que vai embora
os ademanes por mim feitos, você não soube interpretar
hoje eu tépido antes de me entregar, a partir de agora decidi te deixar, da mesma forma que você deixou de me amar.

R. Oliveira

terça-feira, 3 de junho de 2014

O meu tormento.

Do que me servem suas palavras, se teus atos estão sempre a condena-las
a tal felicidade que em ti eu produzia foi substituído pelo o que eu mais temia.

Me parte o coração ver que você nem hesitou em me deixar na mão
e agora que eu queria te fazer conquistadora dos teus sonhos
você escolheu um rumo que não cabe o meu tamanho.

Tal digressão que me levou a crer, que sempre foi esse o seu desejo
teoria que confirmo observando o teu contentamento com o dito desfecho.

E hoje eu que te amei mais que o teu ultimo namorado, considerado: culpado e errado,
eu, tendo em vista a retidão, espero o tal do "final feliz" pra rir de toda essa situação.

R. Oliveira

Meu eu neste momento.

Oh minha Iemanjá, sei que não sou tão seu quanto deveria, mas oh minha rainha, quem que adivinharia que eu ficaria assim um dia ?
E ao te admirar, contemplando o despertar do mar, que me engula por completo como um faminto de guerra, que mesmo depois de ver as mais horríveis atrocidades, ainda mantem sua fé na humanidade, e sabe que é na hora da dor que o ser humano mostra o seu valor.

O que dói mais, perder alguém que você ama, ou ser traído por alguém de sua confiança ?

E eu que fascinado pelo fim, não cedo mais aos engôdos da vida, e tudo aquilo que reverbera da minha alma é feio, triste e sem vida, como os meus sentimentos que se perderam num lago cheio de lamentos.

E antes quando a sensação incólume me seguia eu jamais teria imaginado que esse, hoje, seria o meu estado, calado, medicado, assombrado.

E digo do amor(que tive), foi insolúvel, desde as primeiras implicâncias, até o "tchau" que eu não queria ter proferido.

E agora, no meio de tal escuridão, bebendo algumas doses de solidão, que de tão intragável e amarga traz como aperitivo as minhas próprias lagrimas.

R. Oliveira

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Lamento.

Perdido em meio a pensamentos
Na fumaça de um cigarro
Lembrando dos bons momentos 
Sempre no medo, esbarro

Perdido nas escolhas erradas
Não vi a vida passar
Atitudes certas postergadas
Parei sentado na mesa de um bar

Sem saber o que fazer 
Deixei Deus decidir
Se a vida ainda vai me dar prazer
Ou se vai me oprimir

Victor Costa

quinta-feira, 29 de maio de 2014

S.N.D (musica)

Regue, o meu ombro dorido
tão murcho e vazio to teu desprezo tão frio
Reza, sou eu primavera, sabe-se lá, legalizar, teus frutos aproveitar
minha flor de maio, o meu frenesi, minha flor de lis, quem sou eu sem ti
minha flor de maio, o meu frenesi, minha flor de lis, minha colombina sou teu arlequim.

Fecha essa porta pra saudade não entrar
o meu engodo já não me serve mais
me ajuda, em Belém, em Berlin ou aqui
me salva das tuas garras ferinas que mesmo quando me machuca, me cura.

Já negociei demais, hoje eu só busco nossa paz
nossa ilusão de infinita felicidade
acompanhada de doses de sobriedade
e por fim te sentir, como o vento
que mesmo que eu não vejo sei que está aqui.

R. Oliveira

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Morte, Lembranças e Rotina.

Poucas coisas tem o poder de nos acalmar quanto o conforto da rotina, a segurança do que nos é familiar e a tranquilidade do repetitivo, tudo isso nos traz a incólume sensação de aprazibilidade, até nos nossos mais corriqueiros sonhos pensamos em algo repetitivamente, mas alerto-os para os prazeres de degustar o novo, o diferente, portanto aconselho a vocês que sempre que aparecer a oportunidade experimente o novo, não há garantias que será bom, mas te garanto que no minimo te deixará uma lembrança.

Dizem que quando estamos perto de fenecer nossas lembranças passam na nossa frente como um filme, me pergunto o que tá acontecendo comigo, por que parece que tô assistindo o mesmo filme pela septuagésima vez, já sei até a fala dos personagens e pensando bem quantos personagens tem esse filme... Alguns que estão desde o começo da trama, alguns se perderam no enredo, e outros foram saindo de cena conforme a trama progredia, contudo novos personagens sempre aparecem e aprendi com o tempo a deixa-los cumprir seu papel, pois nunca se sabe quem vem pra estrelar com você e quem vem pra ser um coadjuvante.

E permanece a duvida, to morrendo aos poucos ou será que já estou morto !?

R. Oliveira

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Sobre o meu amor.

A vida é fácil, fácil até demais, mas se tem algo que somos capazes é de dificultar a nossa paz, observando ao meu redor sei hoje que tive a felicidade e a deixei por erros pessoais, mas o que me doí mais é não ter uma segunda chance, observar é o futuro, errar é o presente.

Olha como nós trocamos de roupa como fases na nossa vida, até acharmos aquele estilo com qual nos encaixamos, independente da marca, do tamanho, da cor ou ocasião(sim, roupas é um eufemismo pra pessoas) depois de escolhida a roupa, basta saber se você cabe no guarda roupa da outra pessoa.

Hoje depois de tudo que aconteceu já não sei mais quem trama e quem tá comigo, contudo, gostaria de dizer a você que sente o que eu sinto, que vê o que eu vejo, que tem os mesmos medos e sensações que eu, que mesmo sem te conhecer ou mesmo nunca te ver e até sendo um fato reciproco, gostaria que você entendesse as minhas palavras quando digo do fundo do meu coração: Eu te amo!

R. Oliveira

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Os pensamentos que o cansaço me traz.

Ressuscito da minha morte momentânea, a mente já se encontrava a muita na labuta
O que mais me alegra só me entristece, e eu e minha consciência travamos uma luta,
Billie Holiday no toca disco e minha perna dança sozinha
Minha aparência parece lúgubre, vou procurar a felicidade na cozinha.

Um cachorro inquieto com quem divido o meu bacon, mesmo sem estar ali
Um leve pestanejar e passo o dia em pensamentos, permaneço com meu carpir,
Me espanto com algumas tecnologias fúteis, e a juventude se perdendo atrás de um celular
Observo o passado, invejo, me sinto deslocado, onde está a maquina do tempo ? Onde isso vai parar ?

E eu que sou feito quase que completamente de Whisky e nicotina
Me diz agora em qual viela, rua ou esquina que a morte está escondida,
Ouço fogos acordo do meu sonho, mas achava que já estava acordado
Agora logo eu nem sei mais qual a real situação, vou dar um role com meu cavalo alado.

R. Oliveira

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Reflexões do meu passeio.

Nem sei mais o que passa pela minha cabeça
A essa altura nada concerta o que aconteceu,
Alguém ajuda esse louco antes que ele enlouqueça
E o que fazer comigo se sem você não existe eu.

Suicídio lento é um tormento, eu nem sei quanto mais eu aguento
Perdoe o meu egoismo, mas a chuva queima minha alma sofrida
Conto os segundos, ouço até o que há de mais colorido, me sinto sedento.

Hoje eu nem sei mais o que eu sei, não sei nem se eu realmente sabia
A cachoeira parece estar correndo ao contrario, ou eu que estou do lado errado
A minha unica certeza, incerta, que invisível é linda e bem vinda
E se a correnteza da vida é algo indecifrável, eu tenho um cachorro ao meu lado.

R. Oliveira

Divagações inspiradas pelo frio.

Quem diria que uma terça feira chuvosa e fria te traria? Mas você veio em forma de pensamento, em forma de lembrança, e então eu recordo do tempo, de tanto tempo que eu nem sabia que já tinha vivido tanto, tanto, tanto que já passei por dois milênios, dois séculos, e três décadas, vi o que eu queria, vivi o que eu nunca imaginaria, sonhei mais até do que deveria, mas o que é a vida, a vida é a maior incógnita do mundo, até para mim um efêmero ateu, anseio ardentemente esclarecer minhas duvidas com “Deus”. Incrível como um dia calmo, frio e sem grandes novidades nos faz parar e refletir, analisar antes de agir, divago demais, como se não houvesse amanhã, imagino como se estivesse pra morrer, sonho como um mendigo sem fé no depois, queria ser eu, mas, sendo os meus ídolos, queria ser Caimmy, queria ser João, ser Vinicius ou Tom, Zeca ou Marley, Gilmour ou Sid o Vicious ou o Barrett, queria que a vida fosse mais simples, queria poder explicar porque as baratas existem, mas divago, o frio me deteriora, minha saúde piora, ouço uma musica… E o frio não vai embora, mas de uma coisa agora eu sei, quando o frio chegar sempre ter papel e caneta pra anotar.
R. Oliveira

Abraços.

Um carinho a dois, um chamego forte, um gesto simples e tão aconchegante, duas pessoas, quatro braços, membros superiores em função e por dentro entende o coração, nos transmite tantas sensações quanto possível, mesmo que com segundas intenções, mesmo que seja cheio de falsidade, um abraço pode dizer mais que qualquer vocábulo, nada pode demonstrar tanta igualdade quanto um abraço, headbangers e punks, católicos e ateus, muçulmanos e judeus, mais afetuoso que um aperto de mão, menos intimo que um beijo combina com chegadas, despedidas, amigos ou namorados, combinam com qualquer laço. Recomendo a todos uma dose diária de bons e sinceros abraços, sem porque e sem pra que, sem importar de quem, abraços ao chegar e ao sair também. Esse é só um desejo meu e conselho a todos. Amém!

R. Oliveira

Pensamentos que surgem de observações.

Quanta pressão a mente suporta antes de explodir?
Quanta vicissitude o corpo enfrenta antes de desistir?
Quanto de dor pode conter em uma lagrima mínima que seja, daquelas que nem conseguem sair do rosto por falta de desfaçatez?
Quem consegue se camuflar e se esconder da tristeza, onde quer que esteja, mesmo a quilômetros de distancia, resistindo a tudo ou vivendo com a insensatez?
Ah, Sr. Tempo ministro da vida e de tudo que ela é formada, qual o verdadeiro significado de tudo isso ?
E os alquimistas em busca da pedra filosofal? E os ciganos com todos os seus feitiços?
E ainda após tudo suportado, apenas de se lembrar dos feriados… Ah, mas do que adianta apenas sofrer, apegue-se a o que há de lindo na vida, mesmo que seja a minoria, pois já dizia um velho gênio: “É melhor ser alegre que ser triste, alegria é a melhor coisa que existe.”
R. Oliveira

Uma declaração pra minha amada.

Um planeta flutuante, um satélite brilhante, com um brilho estonteante e com marcas tão vibrantes. Uma visão que é rara, que me conforta a alma, me fascina, me acalma. Poderia muito bem ser a minha casa, poderia ser a minha noiva, poderia ser a minha esposa, mesmo que de longe eu sempre serei teu homem, chega pra perto, to de braços abertos, to te esperando ano apos ano, to te esperando, a distancia é grande e o desejo ta aumentando. A tua grandeza, a tua beleza, tuas curvas simplesmente perfeitas, é a coisa mais bela da natureza, tuas marcas de amor que jamais serão curadas, nem por mim, nem por qualquer outro que um dia possa amá-la, mas será sempre adorada e venerada, meu coração lhe darei independente das mulheres com quem me envolverei. E um dia desse a distancia acaba, mas por enquanto te admiro madrugada apos madrugada.
R. Oliveira

Um punhado de sentimentos, que despertou meu pensamento.

A terra gira em torno do sol, e a lua gira em torno da terra
Mas quão egoísta é a pessoa que acha que tudo gira ao redor dela
Até quando viveremos com esse temor, de que ao amar iremos nós machucar
A vida é linda, contudo não confunda linda com fácil, de fácil nessa vida só a morte.

Apaixone-se sempre, agora, depois, apaixone-se por tudo
Que cada paixão será louvada por alguém no mundo
Algumas vezes você será trocado, as pessoas que você ama irão te deixar
Entretanto isso não significa que o mundo vai acabar não significa nem que seu amor tem que se encerrar.

Apenas é o momento de seguir em frente momento de conhecer gente de pensar diferente
Porem não te omitirei a dor que é ser trocado, que é ser deixado por aquilo se tem amor
Não te direi que não haverá sofrimento, tormento, lamento, choro pela perda de tempo.

E tudo isso será em suposto momento bem vindo pois de tudo vivido se vem um aprendizado Único que jamais será esquecido  e ao se apaixonar de novo haverá certo resquício
Inevitavelmente não poderá se evitado, todavia pode-se sempre ser minimizado
Sempre sendo levado com a pachorra que a vida necessita.

Nunca pulando as etapas, porque mesmo que chatas, são sempre, sempre, sempre Necessárias e ao seguir em frente evite a sandice de vingança ou revanche, se lembre da dor que lhe foi causada
Evite sempre espalhar aquilo que se deve ser exterminado ai então você estará pronto pra uma vida linda
Aos poucos a magoa vai sumindo do seu mundo e tudo será como você desejar, para ti o infinito…
R. Oliveira

Uma que fala de esperança, de sexo e de léxico.

A esperança é sempre a ultima a acabar, deve ser por isso que é a que mais tem que apanhar porque de todo o meu sofrimento apenas uma é culpada do todo o tormento, de todo choro, de todo horror. Em nenhum momento que se diga nosso haverá heresia ao nosso amor, e o nosso léxico será repleto de coisas belas e sinceras, e tudo que será anexado sem educação terá valor, pois de tudo que é abençoado minha mão em tuas mãos. Tua respiração ofegante te entrega sempre mais, meu coração acelerado me incrimina sem pudor, em teu peito o meu o clímax era demais, oh minha amada não se acanhe aqui esta o seu amor. Não quero que ponha palavras em minha boca e sim que ponha bocas em minhas palavras, com o teu seio que rijo, aponta pra mim como se fosse um mero ladrão que certa feita roubou o teu coração.
R. Oliveira

Um anseio que ansiava ansiar.

Fervorosamente meus anseios anseiam os seios teus enquanto friamente meu corpo sente a distancia do corpo seu, o barulho do meu silencio incomoda até mais que o som da minha voz, que ecoa na minha mente perdida e desorientada como se existisse um deus só, vagando pela rua uma criatura esguia só pensa no outro dia, o dia que vem pra ele não importa, só mais um dia de dor, raiva, angustia e discórdia, mas o dia que se passou pra ele muito importa, pois do seu passado que ele ganha a sua forma, e é quando a lua aparece plena e sempre rebelde, que ele tem um pouco de paz, pois admirando a sua desejada, pensa piamente na sua amada, e em tudo que não está na sua alçada, reflete sobre as coisas grandes, deseja coisas pequenas, mas o que te interessa realmente é mudar toda essa cena, e sobre o futuro apenas uma certeza ele tem, que o dia de amanhã é feito de incertezas também.
R. Oliveira

Uma opinião em primeira pessoa da minha pessoa.

Enquanto o tempo passa e a tarefa me espera, procrastino como um vira-lata sem plano sem pressa conversando prolixidades, com algumas santidades, discutindo safadezas com certas incertezas, faça da matemática na minha vida uma gramática, vasculho o mundo sem destino sem rumo, tomo decisões, sem medo sigo minhas paixões, traço minha meta, os obstáculos não me interessam, minha palavra minha dignidade, meu amor minha sinceridade, meus pensamentos um absurdo, minha cabeça meu mundo.
R. Oliveira

Algo que tem a ver com prolixidade.

Arvoreando minh’alma me respira, me exala. O aroma do meu veneno, q te prende no meu tempo. Saboreando a minha voz q corre o teu corpo, eu e você nos resumimos em nós. Num impulso lancinante entre pernas entrelaçadas tu és a minha amante. Em um lampejo de paixão, meu peito contra o seu qual é o qual o coração, a prolixidade do momento que aguça os sentimentos, e de uma explosão de adrenalina q se lança em outra vida, um novo amor, uma nova dor, uma nova cama, uma nova dama.
R. Oliveira

Um pensamento pensado.

Sempre me pego pensando no que fiz, mas nunca penso no que fazer, essa é a beleza da vida, vivendo e tendo que aprender, errando e tendo que se fuder. A vida é menos complexa do que um pensamento, ela é a conseqüência dos fatos que por si derivam dos acontecimentos. Mas a vida ela também é complexa, porque ela é feita de escolhas, e escolhas sempre são difíceis e inseguras desde quando você é uma criança ate quando você já é uma pessoa madura, a vida é feita de passos que sempre, querendo ou não, serão julgados, julgados pelos erros em forma de pessoa, ou ate julgado por “Deus”, mesmo sendo você um fiel ateu. Então viva, reviva, desviva e se for bom viva de novo, com a certeza e esperança que o que vier será melhor e novo, seu futuro ou um amor, com alegria ou muito dor. Errei, amei, errei, sofri, errei, chorei, errei, vivi. Mas no final falarei “errei, ACERTEI”.
R. Oliveira

A saudosa Saudade.

Saudade machuca Saudade não cura, só cura Saudade quando a alma recusa,a alma é minha a Saudade também, a Saudade não acaba e não engana ninguém.

A Saudade bate, a Saudade espanca a Saudade não perdoa nem o coração que ama,a Saudade é importante para identificar o amor, mesmo trazendo contigo um caminhão cheio de dor.
A Saudade é uma puta a Saudade é ordinária, mas apesar de tudo sem ela não somos nada, sem a Saudade não há musica, sem a Saudade não há cinema, sem a Saudade não haveria eu escrevendo esse poema.
R. Oliveira