quinta-feira, 13 de novembro de 2014

A singularidade da minha 1ª pessoa no atual presente.

Minha fé é meu jogo de cintura, mas meu jogo de cintura está desnorteado, foi nocauteado, abduzido e atropelado, mas eu vivo melhor quando não estou preocupado em seguir qualquer caminho que me leve a um desconhecido planeta em que, ou paraíso ou nirvana eu me sinta tranquilo com um amor em uma cama.

Viveria a cada instante a paz viciante que brilha intensamente cada novo horizonte.
Ouvindo musicas, sentindo vibes, vivendo sem necessidades, degustando doses, andando em bares, respirando apenas inspirações e boas vibrações.
Sou solto, sou perdido, sou "lost", sou uma metamorfose ambulante, na vida sou sempre aspirante e firme como um elefante.

Não destrua a liberdade que guia minhas emoções, não sou cachorro de madame, sou um vira lata que controla a própria fome, saciando-se da forma mais elegante e leal, sempre visitando o teu quintal para mostrar ao tal que meu território, marcado ou não, pode sempre aparecer outro animal, mas acaba sempre voltando para a mão do seu verdadeiro dono, sendo o dito cujo cachorro ou humano.

R. Oliveira

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