Meu café com duas colheres de ironia, eu observando toda natureza vadia
Inflamando todo o meu interior, meu cérebro se entrega sem nenhum pudor
Aturdido, nunca indeciso, um sonho ínfimo de vislumbre futurísticos com fulgor
Mais um gole, olhos vidrados quase sem vida, a mente mais que ativa do que tardia.
Ironias que eu não percebo ou o café que sempre bebo, meu futuro eu não vejo
Anjos ou santos, capetas ou demônios, tal qual a ironia e a mentira e sua irmandade
O meu panegirico referente ao preto e forte, não o escravo, sem desazo é de tudo verdade
Minha candura que de tão pequena chega a ser um escarnio e o amanhã eu desejo.
Eu que apesar de todo o julgamento humano, não sou tartufo, e todo aquilo que você esfriou
Armado de lápis, papel e violão não deixo de ser patusca nem nessa ocasião
Temericamente planejo o que sei que nem lembrarei, queria ser Napoleão
Cabeça coçando, coração acelerando, mãos suando, preciso ir agora, noto que o café acabou.
R. Oliveira
segunda-feira, 30 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Poema.
Eu hoje tive um pesadelo
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com seu carinho
E lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou um consolo
Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via um infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim (que não tem fim)
De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás
Agenor de Miranda Araújo Neto
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com seu carinho
E lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou um consolo
Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via um infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim (que não tem fim)
De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás
Agenor de Miranda Araújo Neto
Minha nova era.
Reiniciando o sistema, leve como uma pena
eu que tanto esperei alguém vir me curar, e quem veio mal soube me acalentar.
Abdiquei de todo o meu sistema de defesa, o que para nós foi uma surpresa
te pedi para ficar, do nosso amor eu iria cuidar, você foi pra Paris, e eu tenazmente aceitei o fim.
Volto a minha austeridade com a certeza de que não sou um covarde,
não considerarei a aleivosia que ao meu ver nada consta pra você,
de prostrado e atônito , levantei e me tornei um novo homem,
com o pensamento novo e ao mesmo tempo atrasado.
E o tempo perdido tenho que correr atras até recupera-lo não como um velocista ou um maratonista, e sim como um louco que descobriu o que quer da vida
R. Oliveira
eu que tanto esperei alguém vir me curar, e quem veio mal soube me acalentar.
Abdiquei de todo o meu sistema de defesa, o que para nós foi uma surpresa
te pedi para ficar, do nosso amor eu iria cuidar, você foi pra Paris, e eu tenazmente aceitei o fim.
Volto a minha austeridade com a certeza de que não sou um covarde,
não considerarei a aleivosia que ao meu ver nada consta pra você,
de prostrado e atônito , levantei e me tornei um novo homem,
com o pensamento novo e ao mesmo tempo atrasado.
E o tempo perdido tenho que correr atras até recupera-lo não como um velocista ou um maratonista, e sim como um louco que descobriu o que quer da vida
R. Oliveira
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Os efeitos de dormir e não acordar.
Acordei e preferia não te-lo feito
sinto que ocorreu uma matança no meu corpo
a alegria fugiu de novo
o bom senso ficou louco
o otimismo foi o primeiro a ser morto
o amor foi fazer um passeio em roma
a esperança que nunca morre entrou em coma
minha barriga foi dilacerada, sinto ela borbulhar como se toda comida amalgamada dentro do meu estomago fosse destonar
percebo que definho cada vez mais e ninguém percebe o quanto eu já não tenho mais paz, que no meio da chacina foi a vitima mais desprevenida
o coração foi dilacerado, quiça, o maior culpado por ter amado atrasado
nosso relacionamento deveria ter sido mais logrado, me sinto ingenuo e pueril por não ter aproveitado
o estro que chega, é o reflexo do sentimento que vai embora
os ademanes por mim feitos, você não soube interpretar
hoje eu tépido antes de me entregar, a partir de agora decidi te deixar, da mesma forma que você deixou de me amar.
R. Oliveira
terça-feira, 3 de junho de 2014
O meu tormento.
Do que me servem suas palavras, se teus atos estão sempre a condena-las
a tal felicidade que em ti eu produzia foi substituído pelo o que eu mais temia.
Me parte o coração ver que você nem hesitou em me deixar na mão
e agora que eu queria te fazer conquistadora dos teus sonhos
você escolheu um rumo que não cabe o meu tamanho.
Tal digressão que me levou a crer, que sempre foi esse o seu desejo
teoria que confirmo observando o teu contentamento com o dito desfecho.
E hoje eu que te amei mais que o teu ultimo namorado, considerado: culpado e errado,
eu, tendo em vista a retidão, espero o tal do "final feliz" pra rir de toda essa situação.
R. Oliveira
a tal felicidade que em ti eu produzia foi substituído pelo o que eu mais temia.
Me parte o coração ver que você nem hesitou em me deixar na mão
e agora que eu queria te fazer conquistadora dos teus sonhos
você escolheu um rumo que não cabe o meu tamanho.
Tal digressão que me levou a crer, que sempre foi esse o seu desejo
teoria que confirmo observando o teu contentamento com o dito desfecho.
E hoje eu que te amei mais que o teu ultimo namorado, considerado: culpado e errado,
eu, tendo em vista a retidão, espero o tal do "final feliz" pra rir de toda essa situação.
R. Oliveira
Meu eu neste momento.
Oh minha Iemanjá, sei que não sou tão seu quanto deveria, mas oh minha rainha, quem que adivinharia que eu ficaria assim um dia ?
E ao te admirar, contemplando o despertar do mar, que me engula por completo como um faminto de guerra, que mesmo depois de ver as mais horríveis atrocidades, ainda mantem sua fé na humanidade, e sabe que é na hora da dor que o ser humano mostra o seu valor.
O que dói mais, perder alguém que você ama, ou ser traído por alguém de sua confiança ?
E eu que fascinado pelo fim, não cedo mais aos engôdos da vida, e tudo aquilo que reverbera da minha alma é feio, triste e sem vida, como os meus sentimentos que se perderam num lago cheio de lamentos.
E antes quando a sensação incólume me seguia eu jamais teria imaginado que esse, hoje, seria o meu estado, calado, medicado, assombrado.
E digo do amor(que tive), foi insolúvel, desde as primeiras implicâncias, até o "tchau" que eu não queria ter proferido.
E agora, no meio de tal escuridão, bebendo algumas doses de solidão, que de tão intragável e amarga traz como aperitivo as minhas próprias lagrimas.
R. Oliveira
E ao te admirar, contemplando o despertar do mar, que me engula por completo como um faminto de guerra, que mesmo depois de ver as mais horríveis atrocidades, ainda mantem sua fé na humanidade, e sabe que é na hora da dor que o ser humano mostra o seu valor.
O que dói mais, perder alguém que você ama, ou ser traído por alguém de sua confiança ?
E eu que fascinado pelo fim, não cedo mais aos engôdos da vida, e tudo aquilo que reverbera da minha alma é feio, triste e sem vida, como os meus sentimentos que se perderam num lago cheio de lamentos.
E antes quando a sensação incólume me seguia eu jamais teria imaginado que esse, hoje, seria o meu estado, calado, medicado, assombrado.
E digo do amor(que tive), foi insolúvel, desde as primeiras implicâncias, até o "tchau" que eu não queria ter proferido.
E agora, no meio de tal escuridão, bebendo algumas doses de solidão, que de tão intragável e amarga traz como aperitivo as minhas próprias lagrimas.
R. Oliveira
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Lamento.
Perdido em meio a pensamentos
Na fumaça de um cigarro
Lembrando dos bons momentos
Sempre no medo, esbarro
Perdido nas escolhas erradas
Não vi a vida passar
Atitudes certas postergadas
Parei sentado na mesa de um bar
Sem saber o que fazer
Deixei Deus decidir
Se a vida ainda vai me dar prazer
Ou se vai me oprimir
Victor Costa
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