quarta-feira, 14 de maio de 2014

Algo que tem a ver com prolixidade.

Arvoreando minh’alma me respira, me exala. O aroma do meu veneno, q te prende no meu tempo. Saboreando a minha voz q corre o teu corpo, eu e você nos resumimos em nós. Num impulso lancinante entre pernas entrelaçadas tu és a minha amante. Em um lampejo de paixão, meu peito contra o seu qual é o qual o coração, a prolixidade do momento que aguça os sentimentos, e de uma explosão de adrenalina q se lança em outra vida, um novo amor, uma nova dor, uma nova cama, uma nova dama.
R. Oliveira

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