Se a pureza do limão é a de maior lisura de todas por ser inegável e imutável, creio que o meu amor incondicional pelo o que é irracional chega a ser irreal, mas quem vai explicar tal desatino ? Quem vai me convencer a amar aquilo que é racional e me trai, ao contrario do irracional que mesmo sem pensar sempre me coloca em primeiro lugar ?
Meu lorde eu sou humano, apenas um saco de pele repleto de sangue, carne, ossos e ideias, não sou imenso como o mar, tampouco infinito como o céu, sou ínfimo, sou destonado, sou duvidas, tal qual "como quero/vou viver minha vida?" , "porque amar um time de futebol que mal sabe da minha existência, um cachorro que me ama e me odeia com a mesma intensidade e um cantor que morreu antes mesmo do meu nascimento ?"
Contudo, senão tenho alguma inspiração toco meu violão, até chegar numa outra dimensão que não exista nada além de eu, a musica e uma cerveja gelada.
Peço perdão ao mestre Bezerra, mas esse aqui eu vou apertar e vou acender agora.
R. Oliveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário