De tudo aquilo que se fez contente, passado, futuro ou presente
Com todo o espaço paralelo do mundo, que um dia se fez surdo
Para toda ferida que queima da alma ao dente, mais um copo de aguardente
Por nossa mais sagrada sincera desculpa, com o espirito imundo, que deixa qualquer mimico mudo.
E mesmo desgosto chato como o mês de agosto permanece fortemente ensolarado
Quero o calor, o coração com uma dose de emoção que exploda o tempo no meu verão
Prevejo o seu e o meu e o nosso desejo, aluado como um louco desvairado
Caído na vida, ultrapassei a solidão, a imensidão, quero a erva mais forte que me tire do chão.
Plantarei a mais linda cama, que germinará a mais perfeita noite com a minha pequena senhora
Quem poderá fazer o amor morrer, se esse é apenas o amanhecer e eu ainda tenho você
Estendendo até a mais incrível arquitetura, na caminhada pela escura e infantil aurora
Quero ver o pôr do sol ao entardecer e sem nem esperar o escurecer quero mais prazer.
Seja seu próprio dono, crie o caos no mundo, acorde de noite e durma de manhã, avise o que vai fazer depois de tudo feito, viva a vida louca do seu único e verdadeiro jeito,
R. Oliveira
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